Quem sou eu

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Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil
Adestrador de cães e criador por 28 anos. Contato: Ronald Buchmann Cel: 51 951-93478 (Watts) https://www.facebook.com/RBAlfaDog/ Email: rbadestramento@hotmail.com

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Livro Adestre Você Mesmo

Oi gente, escrevi um livro contendo todo o adestramento de obediência básica e vários truques, com mais dicas e técnicas do que coloquei no blog e está bem barato.
Só copiar e colar o link abaixo no seu navegador!
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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Pessoal, criei uma loja virtual da Magazine Luiza, para que todos possam comprar o que precisam por um bom preço e ainda ajudar na construção do meu sonho de termos um Centro de Comportamento Canino AlfaDog, para melhor ajudar os nossos queridos cães!
Ofertas Imperdíveis!
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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

AlfaDog - Consultoria de Comportamento Canino

Olá, meu nome é Ronald buchmann!
Por 28 anos eu criei e adestrei cães de várias raças, alcançando a felicidade de ter adestrado mais de mil cães. Adestrei de Santarém do Pará até Barra do Ribeiro no Rio Grande do Sul! Sempre com muito carinho e paciência, conseguindo resultados que as pessoas muitas vezes julgavam ser impossível!
Adestrei cães de 2 meses a 10 anos de idade!
Hoje com toda experiência que adquiri como criador e adestrador de cães, resolvi trabalhar como consultor de comportamento canino, para melhor auxiliar os cães e seus amigos humanos a terem uma melhor convivência. Indo assim direto ao ponto em que nosso amigo canino esteja com o comportamento inadequado e obtendo resultados mais eficientes e rápidos!
Aceito trabalhar em qualquer lugar do nosso Brasil para ver cães e proprietários felizes!

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Deita

Para iniciar o comando deita, o cão deve inicialmente já saber sentar e se possível saber ficar, pois muitas vezes ao nos abaixarmos ele tende a levantar e tentar vir até nós. Podemos assim utilizar o comando senta e logo após o comando fica e nos abaixamos na frente dele.
O comando “DEITA” só deverá ser falado quando o cão tocar com o peito no chão, lembre-se de falar com calma e tranquilidade, pois o cão deve gostar de obedecer.
Algumas técnicas podem ser utilizadas para o comando deita:
1º Ao nos abaixarmos em sua frente podemos pressionar gentilmente a guia para baixo e ao mesmo tempo com a mão à frente do focinho do cão, com a palma voltada para baixo, descer com a mão para o chão a fim de que o cão a siga. Podemos mais uma vez para facilitar utilizar inicialmente um petisco na mão que está à frente do focinho do cão e entregar somente quando este chegar com o peito no chão.
2º Ao abaixarmos em sua frente, fazer de uma forma diferente, dar como um grande passo com uma das pernas, mantendo uma antes e uma após o corpo do cão, a perna antes do cão ficaremos ajoelhados, a perna que passou a distância do corpo do cão ficaremos com o pé no chão e o joelho no alto, fazendo assim uma espécie de ponte. Utilizando parte da técnica anterior, mas com a mão que vai para o chão e está com o petisco ficando após a perna que estará erguida, obrigando assim o cão a passar por baixo da perna para conseguir o petisco. Tendo ele confiança na pessoa que está fazendo isto, será para ele agradável permanecer assim por algum tempinho o que facilitará ainda mais seu aprendizado.
3º Esta técnica é para os cães que tiverem muita dificuldade em aprender ou aceitar qualquer das técnicas anteriores. Diferentemente das técnicas anteriores não iremos nos abaixar inicialmente, vamos nos postar com o cão sentado entre as nossas pernas, ficando com um pé de cada lado do animal. Dobrando nosso corpo para frente, vamos pegar ambas as patas da frente do cão e aos poucos com muita calma e paciência, vamos fazendo com que ele de passos ora com uma patinha ora com outra, estando ele sentado isto fará com que vá deitando. O petisco neste caso pode ficar no chão a frente dele, para que ao deitar tenha a recompensa, mas lembre-se de também elogiar e acarinhar seu companheiro. Se ele levantar, pare imediatamente de fazer carinhos e de elogiar.


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Cães Com Medo De Passear No Carro


A maioria dos Cães adora passear de caminhão, ver Coisas Diferentes, Sentir cheiros Diferentes, Estar Junto com SEUS companheiros Humanos enquanto fazem ISSO, Gostam Do Vento Batendo Rosto em Seu, porem, Alguns MET medo Até MESMO de ENTRAR sem Veículo, Alguns Passam mal Durante o passeio OU Viagem, Chegando inclusive a vomitar.
                Os Cães MUITAS vezes ficam com Estes medos Por Que o colocamos no caminhão parágrafo Levar PARA O Veterinário, parágrafo Levar Ao pet tomar banho, Coisas que MUITAS vezes ELE detestam e acabam POR associar uma entrada no caminhão um ruim Uma Coisa. TEMOS ENTÃO LHE Mostrar that uma entrada sem Carro E UMA Coisa boa, that o Maior numero de vezes Que ELE Entra ocorrem Coisas boas E de forma raramente vai Ao Veterinário UO Ao pet em hum Veículo.
                Devemos sempre Lembrar that Para se passear OU viajar existem Alguns Procedimentos Que São Indispensáveis ​​Para tal. De Todos os Cães devem utilizar SINTO de Segurança! Alguns perguntarão agora: - Mas Como POR cinto de Segurança no cachorro? Eu lhes digo: - Calma! Existe nenhuma Mercado Alguns Peitorais Específicos Para tal Procedimento, ELE VEM COM Uma especie de guia Curta com regulagem e em hum de SEUS Lados FICA uma trava "macho" para prender na tranca "Fêmea" do cinto de Segurança normais Do Carro, claro que no banco traseiro do Veículo, Dando sempre preferencia à hum dos Lados do Carro parágrafo ELE Poder Pegar o ventinho that they tanto Gostam. Outro Procedimento Que devemos nsa acostumar E that o cachorro Precisa Parar a Cada 2 ou 3 horas parágrafo Poder Fazer hum xixizinho amigo né. PODE-SE POR nenhum canto em Que ELE vai Ficar hum pano Que servirá tanto parágrafo ELE se acomodar se Quiser Como also servir PARA O banco NÃO Ficar Tão Cheio de Pelos UO com o suor do Cachorro Que É O Que chamamos de baba.
                Bom ágora vamos AOS Tratamentos Possíveis parágrafo O Nosso companheiro canino (lembrando sempre that Como QUALQUÉR Treinamento, de Todos os Membros da Família devem colaborar e NÃO Agir diferente do proposto).

1)      Com o Veículo na garagem e Desligado,, Pegue o cachorro se for de Pequeno Porte no colo, mas com o peitoral e cinto de Segurança Já colocados sem MESMO (sem N º2 falo o Proceder Para Cães de Medio e grande portes, parágrafo entrada não Veículo, mas nÃO DEIXE de ler o Nº1 ). Previamente DEIXE o paninho OU Caminha DELE em hum dos cantos do Carro, AO Entra coloque-o no canto escolhido e afivele o cinto, Sente-se ao Lado DELE e de Preferência fiquem Mais PESSOAS Dentro do Carro, mantenha As Janelas Abertas Para arejar o Veículo, se o cachorro estiver nervoso NÃO ligue pra ELE, NÃO LHE de carinho, nao de Atenção nenhuma, fiquem Conversando Entre VOCÊS Coisas agradáveis, piadas CONTÉM, Quando o cachorro se Mostrar calmo, PODEM Fazer carinho Nele calmo de forma a mante-lo , PODE TAMBÉM ELE se mantendo tranquilo Dentro do Carro LHE dar hum petisco. Pronto ágora PODEM Sair do Carro com o cachorro Junto e sem Fazer festinha Por Que Saiu. Repita este MESMO Procedimento Vários dias Até Que ELE COMECE JA ENTRAR tranquilamente sem Carro, Neste Ponto when todos estiverem no caminhão Conversando ligue o Veículo mas NÃO saiam AINDA COM ELE, continuem a conversar, piadinhas CONTAR, de ocorridos Engraçados em Seu dia, lembrando de So dar carinho e petiscos, PODEM desligar o Veículo e Sair. Repita o Procedimento Novamente POR Vários dias, comeu o momento em Que o cachorro NÃO FICA Mais nervoso Ao Ligar o caminhão. QUANDO Irão Preço total: Adicionar UMAS aceleradas leves não motorizados. Estando o cachorro se mantendo calmo MESMO Dando Pequenas aceleradas, Chegou o momento do Passeio grande, volta Uma na quadra e voltar para casa e Ficar sem Veículo Ate O cachorro Ficar calmo, Quando carinhos ganhará, Elogios e petiscos, mas se o MESMO SE Mostrar tranquilo Durante o grande passeio LHE de carinhos e petiscos sem Percurso Até Chegar em Casa, repitam este Procedimento Novamente POR Vários dias e POUCO um POUCO aumentem o Percurso (Lembrem Que este e um Treinamento do Qual a desen Participar Família, pois Isto É tornará o passeio Mais Agradável e seguro Para Todos).


2)      O MESMO Procedimento sem Nº1 PODE Ser adotado Para Cães de porte Médio um grande, porem Pará Seu ingresso no Veículo PODE Ser Um pouco Mais complicado QUANDO NÃO SE TEM experiencia, mas se rápido Você já utilizou Alguns Procedimentos explicados no Blog, fez Já com Que Seu companheiro canino ande Junto e Outros Mais, Isto Já LHE Trara Maior facilidade, pois, JA e Mais Experiente na Condução do Cão. Estando o cachorro com um Guia e enforcador colocados e TAMBÉM DEVE E claro Já aproveitar e Colocar o peitoral com um Guia Pequena parágrafo afivelar na trava de Segurança do Carro, conduza ELE Ate O caminhão, Entre Somente Você e Mais Alguma (s) pessoa ( s) da Família, LEMBRE de deixar Dentro do Carro no banco traseiro hum pano OU cama em Que o cachorro ESTA acostumado a deitar, tenham com VOCÊS petiscos. Fiquem Conversando Dentro do Carro, se levaram algumas bolachinhas Sera interessante comerem enquanto conversam, para quê ELE Veja e se Interesse em ENTRAR sem Veículo (DEPOIS TEM aspirador parágrafo Tirar como migalhas, calma ágora o Importante E TREINAR Seu companheiro), ELE Entrando de- LHE uM petisco, não o forçar uma Ficar, ELE Voltara, a Partir do momento Que Ficar sem Veículo Siga OS Procedimentos Nº1. LEMBRE Que ELE DEVE achar Agradável Estar sem Veículo com VOCÊS.
Se o medo do Cão de Muito Grande, Ao Ponto de ELE NÃO Querer Chegar Perto do Veículo ENTÃO NÃO between não AINDA caminhão, com o Comando "junto" ande Cada Vez Mais Perto do Carro, Quando chegarem Bem Junto fazer MESMO de-LHE petiscos , comeu o cachorro se Manter calmo Pará se Aproximar, when rápido Você deixará de Portas Abertas previamente e Depois IRA praticar Novamente o Comando "junto" até Conseguir se Aproximar fazer Veículo com a Portas Abertas, Comandè "senta", de-LHE UM Petisco, Comandè "FICA", volte em SEGUIDA e LHE de hum petisco. QUANDO o cachorro estiver tranquilamente Fazendo o Exercício COMECE a praticar O Que foi explicado anteriormente.
Se MESMO APOS Todo o Treinamento o Cão Continuar a vomitar Ao movimentar fazer Veículo adquirir hum Veterinário Que Dara Receita de hum Remédio para quê o cachorro consiga Ser conduzido sem Veículo sem Passar mal.

Observação: Nunca DEIXE o cachorro preso sem Sozinho Veículo, Não prenda a Guia Pequena PARA O cinto de Segurança NEM na coleira NEM sem enforcador, mesmos pois OS COM Uma freada Mais forte OU Uma Pequena batida PODEM Fazer O Trabalho Ao Contrário fazer that gostaríamos. Coloque sempre em hum peitoral e de preferencia peitoral acolchoado e forte, JA existem nenhum Mercado Peitorais Que VEM Junto com uma Pequena Guia de Segurança Que São apropriados Para tal.

Como fotos retiradas dos Endereços Abaixo:
http://www.healthypawspetinsurance.com/blog/2011/07/26/traveling-with-your-pet-car-trips/
http://umbrellapets.blogspot.com.br/
http://www.thegreenhead.com/2009/11/pet-seat-belt.php

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Pastor Bergamo


Esta antiga raça de cães de guarda dos rebanhos emigrou para toda a região dos Alpes Italianos; o efetivo desses cães era grande nos vales bergamascos onde a criação das ovelhas era fortemente desenvolvida. Alguns pensam que o Pastor Bergamasco deve suas oringens ao Pastor de Brie. Outros acham que ele vem da Ásia, aceitando a hipótese que esses pastoreios chegaram a Europa ocidental durante as invasões das hordas mongóis.

País de Origem – Itália.

Nome de Origem – Cane da Pastore Bergamasco.

Outro nome – Pastor Bergama.

Tamanho – Macho: de 58 a 62 cm.  Fêmea: de 54 a 58 cm.

Peso – Macho: de 32 a 38 kg. Fêmea: de 26 a 32 kg.

Cabeça – Parece grande. Crânio largo. Arcadas superciliares bem pronunciadas. Stop acentuado. Focinho não pontiagudo, mas truncado. Trufa volumosa. Lábios finos. Pele fina sem dobras.

Olhos – Grandes, oblíquos. De cor marrom mais ou menos escur segundo a cor da pelagem. Palpebras com um circulo preto. Suas suas sobrancelhas particularmente compridas tapam os olhos.

Orelhas – Semipendentes, flexiveis, finas e triangulares.

Corpo – Pode ser inserido num quadrado. Pescoço sem barbelas. Peito amplo. Dorso reto e bem musculoso. Lombo curto e poderoso. Garupa larga, robusta, musculosa e oblíqua.

Membros – Bem musculosos e com ossatura forte. Patas robustas, ovais, “patas de lebre”. Digitos bem juntos e arqueados.

Cauda – espessa e robusta na base, afilada. Coberta com pelo de ocabra ligeiramente ondulado. Em repouso, é portada em sabre.

Pêlo – muito longo e cerdoso (pêlo de cabra) na parte anterior do corpo. Os flocos caem sobre as laterais do tronco. O subpêlo é curto, cerrado e macio ao tato.

Pelagem – Cinza uniforme ou com manchas cinzas (de cinza suave a preto). A pelagem unicolor preto opaco se admite, enquanto a branca é proscrita. As manchas brancas se toleram quando sua superfície não cobre mais de um quinto da superfície total da pelagem.











Temperamento, aptidões, educação – Esse cão demonstra disposições exemplares por seu trabalho de garda de rebanho: vigilante, concentrado, equilibrado. Seu bom temperamento, sua fidelidade, sua suavidade e sua paciência fazem dele um bom cão de companhia. Seu aspecto impressionante lhe permite ser um bom guardião. Muitas vezes obstinado, precisa de uma educação precoce e firme.

Conselhos – Não tem nada deum cão citadino, e necessita de espaço e de muito exercício. É preciso separar com os dedos os nós em forma de cordões que podem se formar na sua pelagem.

Utilizações – Pastoreio, guarda, avalanche, catástrofe, resgate, companhia. 

Texto extraído do Livro – Enciclopédia do Cão Royal Canin, Aniwa Publishing
Tradução Brasileira. Tradutores: S. Artamonoff, B. Delevallee, M. D´Orey de Faria, L. Gonçalves, B. Magne, E. Rio Branco, M. Rosemberg, Madame Antunes.
Revisões: Claudette Mouette, Yves micelli, Valeria Cardoso de Melo Carvalho

Cedido gentilmente pela Clinica Veterinária Bichos do Sul
Veterinários responsáveis: Dr. Alexandro Ayala e Dra. Keli C. Tolotti Ayala
End. Av. Com. Ismael Chaves Barcellos, Nº 401 – Engenho – Guaíba/RS

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Cães Sensíveis a Barulhos



Muitos cães tem sensibilidade a algum ou a vários barulhos, alguns entrando realmente em pânico. Alguns fogem de casa devido a trovões, foguetes, alguns se escondem embaixo de móveis e ficam tremendo. Existe ainda o perigo para aqueles que moram em apartamentos do cachorrinho tentar se atirar pela janela. Alguns ficam paralisados, babam e podem até mesmo por tanto pavor chegar a morder a quem se aproxima quando este está escondido, mas não pense que isto é uma agressão, pois ele neste momento nem percebe o que esta fazendo e a quem esta tentando morder.
                Algumas pessoas afirmam que este medo e todas as suas reações são devido a sensibilidade de seus ouvidos e por escutarem mais do que nós, o que não condiz com a realidade, para causar a dor que estas pessoas imaginam que os cães sentem o estampido apito ou seja la o que for deve ser muito próximo ao conduto auditivo, o que causaria dor em qualquer um de nós humanos também.
                Na maioria das vezes os cães ficam assim por associarem determinado barulho a algo desagradável.
Como donos e sendo as pessoas em que eles mais confiam podemos ajudá-los a se livrarem disto. Para tal vou lhes ensinar algumas técnicas das quais algumas já fiz uso e obtive muito sucesso. Lembre em todos os momentos que não é momento de brigar com ele, pois o mesmo já tem coisas ruins em sua mente associadas ao barulho, então mantenha a calma o tempo todo e sempre lhe mostre que esta tudo bem, mas sem ficar pegando-o no colo ou lhe enchendo de carinhos,  para tal primeiro o cão deverá estar calmo.

1)      Fazer um barulho semelhante ao que o cachorro tem medo todas as vezes que for que estiver chegando em casa, antes de lhe dar comida, antes de sair para passear, fazer o barulho com ele na guia e imediatamente lhe dar um petisco (podendo aqui utilizar o comando “senta”) repetindo o procedimento por diversas vezes até que o mesmo esteja mais calmo quando o mesmo ganhará carinhos petiscos e tudo o que gosta, antes de fazer com ele a brincadeira que mais gosta. Tudo isto fará com que o cão associe o barulho com algo bom, assim quando ocorrer o barulho espontaneamente ele ficará aguardando o que virá de bom e não entrará em pânico.

2)      Brincar com ele fazendo ao mesmo templo barulhos semelhantes ao que ele tem medo, mas para que o mesmo não saia correndo e pare de brincar, mantenha seu companheiro na guia, estimulando-o a continuar a brincadeira, como se nada tivesse acontecido. A cada dia que for fazer a brincadeira, conforme ele for acostumando com os barulhos, procure intencificar a altura e a quantidade de barulhos feitos durante a brincadeira. Para tal brincadeira existem alguns brinquedos emborrachados que são ótimos para se bater no chão para causar um estrondo caso seja este o medo e os mesmos também possuem apito normalmente, caso o medo seja de apitos, mas para o caso do apito pode-se comprar alguns apitos diferentes para tocar enquanto brinca.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Cão agitado VS Cão calmo

    Ao escolher um filhote aqui no Brasil normalmente procuramos o cachorrinho mais ativo, que vem na gente primeiro que os outros, que inicia as brincadeiras e muitas vezes escolhemos o dominante do bando. Quando este chega em nossa casa queremos um cachorro calmo. Mas como podemos querer um cachorro calmo após ter escolhido o mais agitado da ninhada? E agora será que tem solução? Um pouco mais difícil sim fazer de um cão agitado um cão calmo, mas lhes afirmo que é possível, pois os cães são 70% a 75% aquilo que aprende o que convive conosco e 25% a 30% é genético, então podemos modelar do nosso jeitinho, é só agir da maneira correta e ele reagirá como esperado. Mas tenha sempre em mente que todo cachorro precisa de exercícios, de um líder e de carinhos, como diria o nosso estimado Cesar Millan Favela (O Encantador de Cães) “Exercícios, Disciplina e Carinho”.
    Muitas vezes precisamos de um cachorro mais agitado e em outras de um cachorro mais calmo, dependendo da utilização do mesmo. Um cachorro que faz agility não pode estar calmo na hora da competição, um cachorro que convive com idosos não pode ser agitado.
    Mas vamos agora dar duas receitinhas, uma para se ter um cão calmo e outra para se ter um cão mais agitado:

    1 – Para se ter um cão calmo – Além dos exercícios, de manter a liderança e de dar carinho há alguns detalhes quanto a cada um destes pontos e quanto as nossas ações no dia-a-dia que irão influenciar no comportamento de seu cachorro. Os exercícios não devem ser agitados, como corridas, saltos, cabo de guerra. Procure fazer com ele caminhas calmas, suba e desça escadas calmamente, natação também é uma boa opção pra que tem como utilizar este recurso. Quando fizer carinhos nele procure colocar as duas mãos em seu corpo e deslize vagarosamente, como se estivesse fazendo uma massagem relaxante, nunca de tapas como carinho por que isto o deixará agitado. Só de carinhos ou petiscos ou mesmo a sua comida, quando este estiver calmo e tranquilo. Outro detalhe muito importante, que muitas pessoas não dão muita bola para tal é o modo de falar, sendo a audição um dos principais instrumentos de trabalho de um cachorro é então através dele que este perceberá muitas coisas. Quando gritamos ou falamos rápida e agitadamente, teremos como resultado um cachorro agitado. Procure então falar em tom baixo, suave, tranquila e vagarosamente. E sempre que falamos baixo em tom mais suave e grave o cachorro costuma prestar mais atenção e respeita muito mais.
    2 – Para se ter um cão mais agitado e ativo – Além dos exercícios, de manter a liderança e de dar carinho há alguns detalhes quanto a cada um destes pontos e quanto as nossas ações no dia-a-dia que irão influenciar no comportamento de seu cachorro. Procure fazer exercícios vigorosos, caminhadas devem ser rápidas, saltos são muito bons para isto, corridas também, brincadeiras de cabo de guerra e de atirar bolinha para este buscar são excelentes. Ao dar-lhe carinhos pode fazer com vigor, até mesmo dando tapinhas em sua musculatura, isto o deixará mais ativo. Quando falar com ele, procure falar em tons mais altos, rapidamente, estimulando-o.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Pastor de Beauce



            “Descendente dos “cães de planície” que antigamente vigiavam os rebanhos da Bacia parisiense. Entre eles, os de pelo curto foram denominados, no final do século XIX, de Beucerons. Os de pelo longo se denominaram os Briards. E. Boulet (mais conhecido pelos seus grifos do mesmo nome), instigador da raça, participou à criação de um Clube Frances do Cão de pastor em 1896. Em 1911, nasceu o Clube dos Amigos do Beauceron. Devido as suas marcas fogo nas extremidades dos membros, o Beauceron foi qualificado de “Bas Rouge” (Meias Vermelhas). A seleção do Beauceron hesitou muito tempo entre o trabalho com rebanho, as exposições, os concursos de guarda e de defesa. Todavia, mantiveram-se sobretudo fieis ao tipo  condutor de rebanho. Muito difundido na frança, mas praticamente desconhecido no estrangeiro, exceto na Bélgica.



Grande harmonia, tipo lupóide, mediolíneo, constituição geral sólida. Passadas leves, soltas, (trote alongado).



Cabeça – Longa (2/5° do tamanho), modelada. Crânio chato, stop pouco pronunciado. Cana nasal ligeiramente convexo. Focinho nem estreito nem pontiagudo.

















Olhos – Redondos, escuros, com uma expressão franca.


Orelhas – De inserção alta, naturalmente pendentes, não coladas, mas chatas e curtas. Se forem cortadas, são portadas eretas.









Corpo – Sólido, poderoso, de construção geral sólida e musculoso sem ser pesado. Pescoço musculoso. Peito largo, alto e profundo. Dorso reto. Lombo largo. Garupa pouco inclinada.


Membros – Pernas portadas ligeiramente para trás. Patas ovais, compactas. Ergots duplos nos membros posteriores, situados no interior, junto da pata. Patas fortes e redondas.


Cauda – inteira, portada baixa, ligeiramente guarnecida de pelos, descendo até a ponta do jarrete, sem desviar, formando um ligeiro gancho em forma de J.


Pelo – Raso na cabeça, forte, grosso, assentado (3-4 cm de comprimento) no corpo. As coxas e parte inferior ligeiramente franjado. Subpelo muito curto, fino, denso e penugento, de preferência cinza rato.


Pelagem – Preta e fogo (bicolor), luvas vermelhas (o mais frequente). Cor preta muito carregada. Fogo: canela. Marcas fogo: nas pastilhas por cimados olhos, de ambos os lados do focinho, garganta, na parte inferior da cauda; nos membros fogo descendo  até as patas e os antebraços (gênero de “meias” a que se deve o nome de Bas-Rouge (“Meias-Vermelhas”). Arlequim, cinza, preto, e fogo (tricolor), cinza e preto distribuídos em partes equivalentes, em manchas e com as mesmas marcas fogo clássicas).


Tamanho – Macho: de 65 a 70 cm. Fêmea: de 61 a 68 cm.

Peso – De 30 a 40 kg.


Temperamento, aptidões, educação – Fiel, corajoso, rápido, resistente, vigilante com um presença dissuasiva surpreendente. Incorruptível e desconfiado com estranhos. Fiel a seu dono, manso com as crianças, só consegue ser feliz no meio de uma família. É preciso saber que ele se mostra dominador perante outro macho. Seu faro de grande desempenho é utilizado desde a pistagem até a busca de trufas. É um obediente atrevido, isto é um cão com comportamento direto, dinâmico, corajoso no trabalho e ao mesmo tempo manejável e obediente.


Conselhos – Esse “gentilhomme campagnard”(Nobre Campônes) rústico precisa de espaço e de exercício. Não pode viver em apartamentos. Não o prender. Não pode ficar fechado. Precisa de uma educação estrita, de ordens, de uma atividade para despender sua energia. Sua maturidade é tardia. Duas a três escovações semanais chegam. Cortar regularmente os ergots.


Utilizações – Pastoreio de rebanho (ovinos e bovinos), cão de defesa, d guarda, exército, regate, farejador... e companhia.”



Texto extraído do Livro – Enciclopédia do Cão Royal Canin, Aniwa Publishing

Tradução Brasileira. Tradutores: S. Artamonoff, B. Delevallee, M. D´Orey de Faria, L. Gonçalves, B. Magne, E. Rio Branco, M. Rosemberg, Madame Antunes.

Revisões: Claudette Mouette, Yves micelli, Valeria Cardoso de Melo Carvalho



Cedido gentilmente pela Clinica Veterinária Bichos do Sul

Veterinários responsáveis: Dr. Alexandro Ayala e Dra. Keli C. Tolotti Ayala

End. Av. Com. Ismael Chaves Barcellos, Nº 401 – Engenho – Guaíba/RS

sábado, 17 de dezembro de 2011

Pastor Australiano




“Esta raça que conta nos seus ancestrais Cães de pastoreio australianos, nasceu Ca Califórnia, no século XX, onde foi utilizada como Cão de pastoreio para as fazendas e os ranchos.

Cabeça – Nitidamente desenhada, forte, seca. Crânio largo e longo. Stop moderado bem definido. Trufa preta ou marrom segundo a pelagem.

Olhos – Amendoados. Cor marrom, azul, âmbar ou qualquer variação ou combinação dessas cores.

Orelhas – Inseridas, altas e triangulares. Conchas de dimensões moderadas. Dobradas para frente ou para o lado quando o cão está em alerta. As orelhas eretas ou pendentes constituem uma falta grave.

Corpo – Pescoço forte. Linha superior reta, sólida. Peito alto. Costelas bem arqueadas. Garupa ligeiramente inclinada.










Membros – Ossatura forte. Patas ovais, compactas.

Cauda – Reta, naturalmente curta ou amputada (nunca deverá ter mais de 10 cm de comprimento).

Pelo – De comprimento e textura média, reto e ondulado. Juba, peitoral e culotes moderados.

Pelagem – Azul-Merle, preta, vermelha-merle. Todas essas cores com ou sem manchas brancas, com ou sem manchasfogo (tan, cor cobre). O colar branco não se alonga para além da cernelha. O branco é tolerado no pescoço, antepeito, membros, parte inferior do focinho, com lista na testa. Áreas coloridas devem contornar totalmente os olhos.










Tamanho – Macho: 51 a 58 cm. Fêmeas: 46 a 53 cm.

Peso – de 20 a 25 kg.

Temperamento, aptidões, educação – Extremamente ativo, resistente, rápido, capaz de correr até 60 km por dia, inteligente, pode trabalhar com grandes rebanhos. Esse extraordinário pastor também é um cão de guarda nas fazendas. Afetuoso, manso, cheio de boa vontade, extremamente fiel, é um bom companheiro.

Conselhos – Habituado aos grandes espaços, de de uma energia incansável, não foi feito para viver fechado e não suporta a vida em apartamentos. Uma escovação regular é suficiente para os cuidados de seu pelo.

Utilizações – Cão de pastoreio, guarda e companhia.”

Texto extraído do Livro – Enciclopédia do Cão Royal Canin, Aniwa Publishing
Tradução Brasileira. Tradutores: S. Artamonoff, B. Delevallee, M. D´Orey de Faria, L. Gonçalves, B. Magne, E. Rio Branco, M. Rosemberg, Madame Antunes.
Revisões: Claudette Mouette, Yves micelli, Valeria Cardoso de Melo Carvalho

Cedido gentilmente pela Clinica Veterinária Bichos do Sul
Veterinários responsáveis: Dr. Alexandro Ayala e Dra. Keli C. Tolotti Ayala
End. Av. Com. Ismael Chaves Barcellos, Nº 401 – Engenho – Guaíba/RS
Telefones: 9975.4720   -   9947.4689   -   34916100

Fotos retiradas de: <http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/c2/Australianshepherd01.jpg>, <http://www.fcm.org.mx/galeria/images/PASTOR%20AUSTRALIANO%20GRUPO%201%20(LUIS%20LOAIZA)_JPG.jpg>, <http://shandree.files.wordpress.com/2012/02/pastor-autraliano-mirlo.jpg>

Pastor Alemão



“No final do século XIX, foi realizada uma seleção metódica, nomeada pelo capitão Von Stephanitz, a partir das variedades dos Cães pastores alemães do Centro do Sul da Alemanha, com objetivo de criar um cão de utilidade altamente qualificado. Um cruzamento com o Pastor escocês também foi praticado. O Pastor alemão apareceu pela primeira vez na exposição de “Hanôver” de 1892. O clube alemão criado em 1899 se tornou se tornou o clube de raça mais importante do mundo. Durante a Primeira Guerra Mundial, o Pastor alemão mostrou logo seus talentos: detecção de gases de combate, sentinela, auxilio na prestação de socorro. O Pastor alemão se tornou o arquétipo do cão de utilidade, e também graças a sua estética e sua adaptabilidade, o número 1 na cinofilia mundial.

Força e Elegância: trotador (movimentos de grande amplitude rentes ao solo)

Cabeça – Cuneiforme, bem proporcionada ao porte, sem ser pesada nem alongada, seca. O comprimento do crânio equivale ao do chanfro nasal. O stop não é muito pronunciado.
Focinho coniforme. Chanfrado nasal retilíneo. Dentadura robusta. Lábios secos.

Olhos – amendoados, levemente oblíquos, não proeminentes. A cor é a mais escura possível, de expressão viva.

Orelhas – firmes de tamanho médio, portadas e retas, simétricas, as conchas voltadas para frente, com as extremidades pontiagudas.

Corpo – De tamanho médio, levemente mais comprido que alto, de construção sólida, bem musculoso. Ossatura seca. Pescoço robusto, bem musculoso sem barbelas. Peito profundo. Dorso musculoso, ligeiramente inclinado para trás, lombo largo, fortemente desenvolvido. Garupa longa ligeiramente obliqua.

Membros – Membros anteriores retos, paralelos e secos. Membros posteriores ligeiramente inclinados para trás. Patas com dígitos bem juntos.

Cauda – Tufosa atinge pelo menos o jarrete, portada caída, descrevendo uma ligeira curva.

Pelo – Pelo duplo com subpelo. Pelo de cobertura denso, reto, áspero, bem assentado. Curto na cabeça, na face anterior dos membros e nas patas. Um pouco mais longo e farto no pescoço. Alongasse na face posterior dos membros, formando culotes. O pelo longo é uma falta eliminatória

Pelagem – Pretas com marcas marrons avermelhadas, marrons ou amarelas, até o cinza claro. Preta e cinza uniforme, sendo o cinza encarvoado (sombreado). Manto e mascaras pretos. Pequenas e discretas marcas brancas no antepeito são toleradas. O subpelo é cinza suave.

Tamanho – Macho: de 60 a 65 cm. Fêmea: de 55 a 60 cm.

Peso -  Macho: 30 a 40 kg. Fêmea: 22 a 32 kg.

Temperamento, aptidões, educação – Deve ser ponderado, bem equilibrado, autoconfiante, vigilante, dócil, corajoso, ter um caráter bem equilibrado e possuir instinto de luta. É obediente, perfeitamente fiel, possui um dos melhores faros. Vivo, alegre, leal, possui uma real capacidade de aprendizagem por gostar muito de obedecer.

Conselhos – Importância da educação que condicionará o comportamento futuro do animal. Cão esportivo que necessita de espaço, mas que vive bem na cidade e em apartamentos desde que possa beneficiar de passeiosdiários. Suporta mal a solidão e não pode ficar fechado durante o dia todo. Duas escovações por semana. Numa ninhada não escolher o filhote que demonstrar excitação ou medo porque poderia se tornar agressivo.

Utilizações – Cão de trabalho antes de tudo: pastoreio, guerra, resgate, defesa, guia para cegos, farejador, etc. cão de companhia fiel e afetuoso.”

Texto extraido do Livro – Enciclopédia do Cão Royal Canin, Aniwa Publishing
Tradução Brasileira. Tradutores: S. Artamonoff, B. Delevallee, M. D´Orey de Faria, L. Gonçalves, B. Magne, E. Rio Branco, M. Rosemberg, Madame Antunes.

Revisões: Claudette Mouette, Yves micelli, Valeria Cardoso de Melo Carvalho

Cedido gentilmente pela Clinica Veterinária Bichos do Sul
Veterinários responsáveis: Dr. Alexandro Ayala e Dra. Keli C. Tolotti Ayala

End. Av. Com. Ismael Chaves Barcellos, Nº 401 – Engenho – Guaíba/RS
Telefones: 9975.4720   -   9947.4689   -   34916100

Raças


“Grupos dos Cães
Grupo 1
Seção 1
Pastor Alemão
Pastor Australiano
Pastor de Beauce
Pastor Bergamasco
Pastor de Brie
Pastor Maremmano
E Abruzzi
Pastor da Picardia
Pastor dos Pirineus
Pastor da Rússia Meridional
Pastor de Shetland
Old English Sheepdog
Border Collie
Pastores Belga: Malinois, Laekenois, Groenandel, Tervuren.
Pastor Catalão
Pastor Croata
Pastor Holandês
Cão de Bestiar
Cão Pastor Polonês de Planície
Pastor Português da Serra de Aires
Pastor Polonês de Podhal
Cão-Lobo de Saarloos
Cão Lobo Checoslovaco
Collie
Collie Barbudo
Kelpie
Komondor
Kuvasz
Mudi
Puli
Pumi
Schapendoes
Schipperke
Slovensky Cuvac
Welsh Corgi Cardigan &
Welsh Corgi Pembroke

Seção 2
Boiadeiro Australiano
Boiadeiro de Flandres”

Texto extraido do Livro – Enciclopédia do Cão Royal Canin, Aniwa Publishing
Tradução Brasileira. Tradutores: S. Artamonoff, B. Delevallee, M. D´Orey de Faria, L. Gonçalves, B. Magne, E. Rio Branco, M. Rosemberg, Madame Antunes.

Revisões: Claudette Mouette, Yves micelli, Valeria Cardoso de Melo Carvalho

Cedido gentilmente pela Clinica Veterinária Bichos do Sul
Veterinários responsáveis: Dr. Alexandro Ayala e Dra. Keli C. Tolotti Ayala

End. Av. Com. Ismael Chaves Barcellos, Nº 401 – Engenho – Guaíba/RS
Telefones: 9975.4720   -   9947.4689   -   34916100

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Água


    Por que tratar de água?! Água é só deixar a disposição do cachorro e deu!
    Ledo equivoco! Principalmente agora no verão muitos cães acabam passando mal por tela simplesmente fresquinha limpa e a disposição a hora que der vontade.
     A água deve sim estar limpa e fresca para o cachorro, com abundancia para que possa nos momentos adequados saciar sua sede.
       Por que alguns cães passam mal?! O cachorro não tem poros sudoríparos em sua pele, ou seja, não sua pela pele, o que faz com que leve mais tempo para se resfriar após os exercícios e que se aquece com maior facilidade, ao correr atras da bolinha atirada, ao fazer uma pequena caminhada ou qualquer exercício físico. Quando damos água para ele logo após os exercícios ele normalmente pode tomar uma grande quantidade o que fará com que se resfrie rapidamente de dentro para fora, o que poderá incorrer em um choque térmico e este poderá lhe trazer algumas complicações. O cachorro poderá ter alguns espasmos, uma pequena taquicardia ou até mesmo um ataque cardíaco podendo resultar em sua morte. Creiam, já vi todos os casos ocorrerem com clientes meus que não levaram a sério minhas indicações de cuidar da água.  
    Portanto, deixe a aguá para o cachorro sim, mas após ele ter feito qualquer exercício que seja, até deixe-o dar umas duas lambidas na água e retire o recipiente de água e só volte a oferecer a água para ele após uma hora de descanso. Assim ele resfriará da maneira correta e não se preocupe não terá problema nenhum em ficar uma hora sem água.

sábado, 26 de novembro de 2011

Buracos


Os cães podem fazer buracos na terra por vários motivos, por calor quando assim procuram uma terra molhadinha e mais fresquinha para deitar, para enterrar comida para conservar e comer em algum dia que falte, para chamar atenção quando não lhe damos a atenção devida, quando tem pouco exercício diário e assim gastam um pouco de energia destruindo e cavando, para caçar pequenos animais que entram em buraquinhos eles tentam alcança-los.
Bom, vamos às soluções, mas antes lembre que tudo o que eu vou aconselhar aqui deve ser feito sem que o cachorro veja:
1)    Onde o cachorro fez o buraco coloque ali as fezes dele e coloque terra por cima, mas uma camada fina, para que logo que ele comece a cavar encontre a terra. Repita o procedimento quantas vezes ele fizer o buraco. Temos que ser mais teimosos. HEHE.
2)    Onde o cachorro fez o buraco coloque ali uma bexiga de água e coloque uma leve camada de terra para que a mesma não estoure antes de ele tentar cavar e possa assim tomar um susto, mas esta técnica só será valida se o cachorro não estiver a procura de terra molhada mesmo, se for este o caso pode não resolver.
3)    Onde o cachorro fez o buraco coloque um pequeno balão ou bexiga cheio de ar e cubra com uma leve camada de terra, para que quando ele for cavar tome um susto.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Comida


           A comida varia a sua quantidade de vezes oferecida durante o dia e o tipo de alimento oferecido também, conforme a idade do cachorro.
            Lembre-se sempre que: o cachorro não deverá comer 4 horas antes de qualquer exercício e deve aguardar ao menos 2 após o exercício para se alimentar. Motivo?! Quando o animal (qualquer que seja ele tendo sangue acontecerá o mesmo), se alimenta o estomago é superirrigado por sangue para auxiliar na digestão, ao fazer exercícios a musculatura começa a exigir sangue, o qual sai rapidamente do estomago para suprir a necessidade dos músculos, ao sair do estomago este pode ter uma torção gastrointestinal, que popularmente alguns chamam de nó nas tripas, e que realmente parece ser um nó e que somente poderá se resolver através de uma cirurgia, onde o veterinário terá de retirar a parte do estomago que se contorceu e emendar novamente o estomago, quando 75% dos cães não resiste e acaba por morrer.
            Veja abaixo as tabelas para alimentar seu cão de forma adequada.

Do nascimento ao desmame:
IDADE
ETAPA
INDICAÇÕES
Nº VEZES DIA
1º ATÉ O 12º DIA
Neonatal
Deve somente mamar em sua mãe, pois ela dará os nutrientes necessários e com isso o filhote adquirirá sua imunidade.
A vontade
13º DIA ATÉ 20º DIA
Transição
Idade em que o cãozinho começa a abrir olhos, ouvidos e a andar. Pode-se começar a oferecer também alguma papinha. Procure alguma boa marca industrializada.
2 a 3
21º aos 2 meses
Desmame
Mais ativo, mas ainda depende de sua mãe e irmãos. Separa-se aos poucos da mãe para dar a ração desmame, que também há boas marcas industrializadas. Ainda deve mamar.
2 a 3 vezes mamar e 2 vezes ração desmame.




Para cães de pequeno porte:

IDADE
ETAPA
INDICAÇÕES
Nº VEZES AO DIA
6 SEMANAS ATÉ 4 MESES
Inicio crescimento
Comece a controlar hora da alimentação, tempo que deixa a comida e quantidade. De uma boa ração para filhotes. Há boas rações para raças pequenas.
3
4 AOS 9 MESES
Crescimento
Ainda ração de filhotes.
3


Para cães de porte médio:

IDADE
ETAPA
INDICAÇÕES
Nº VEZES AO DIA
6 SEMANAS AOS 4 MESES
Início crescimento
Comece a controlar hora da alimentação, tempo que deixa a comida e quantidade. De uma boa ração para filhotes. Há boas rações para raças de porte médio.
3
4 ATÉ 6 MESES
Crescimento
Ainda ração de filhotes.
3
6 AOS 12 MESES
Crescimento
Siga dando ração para filhotes e vá reduzindo o numero de vezes e aumentando a porção.
3 - 2


Para cães de porte grande e gigantes:

IDADE
ETAPA
INDICAÇÕES
Nº VEZES AO DIA
6 SEMANAS AOS 4 MESES
Início crescimento
Comece a controlar hora da alimentação, tempo que deixa a comida e quantidade. De uma boa ração para filhotes. Há boas rações para raças de porte grande.
2
4 AOS 18 MESES
Crescimento
As raças grandes podem adquirir massa muscular até os 3 anos, por isso a importância de uma boa ração.
1 ou 2

       As boas rações tem ração específica por idade e por tamanho do cachorro e também para cadelas na fase da sua prenhes e amamentação, quando deverá receber alimentação de 3 a 4 vezes ao dia, mas consulte seu veterinário para suprir adequadamente suas necessidades nesta época.